Red Dead Redemption II – [Análise do Arena]

Quando resolvi fazer a análise de Red Dead Redemption 2, sabia que não poderia ser uma análise comum, pois não se trata de um jogo comum.

Em 2010, minha vida como gamer mudou completamente quando joguei pela primeira vez Red Dead Redemption. Uma “continuação” de um obscuro game western que havia jogado no Xbox Classico (Red Dead Revolover).

Red Dead Redemption (RDR) não apenas se tornou um dos meus jogos favoritos, como também se tornou parte da minha vida como gamer.

E é claro, que após o anúncio do prequel, Red Dead Redemption 2 (RDR 2), minhas expectativas atingiram níveis que nunca antes haviam atingido. E com essa expectativa, veio o medo… O medo de Red Dead Redemption 2 não conseguir superar seu antecessor, coisa que eu já estava esperando desde seu anúncio.

Nessa análise, você saberá a opinião desse mero mortal, se Red Dead Redemption 2 conseguiu superar o quase perfeito, Red Dead Redemption.

🐎 Onde os fracos não têm vez

O início brutal de Red Dead Redemption 2 nos mostra o significado da palavra lealdade.

Muitas vezes o que dita nossa impressão sobre jogo é o início da sua jornada e como ela se comporta. Todos os jogos começam, mas poucos se destacam nessa parte.

Red Dead Redemption 2 começa brutal, te jogando no meio de uma situação extremamente complicada fazendo você sentir na pele o sentimento de urgência que a situação explicita.

Tudo é feito de forma magistral. A história começa com um apelo cinematográfico gigante, com diálogos e cenas de tirar o fôlego. Mas nada é exagerado, a transição entre gameplay e cutscenes é sutil e age muito bem ao construir a tensão do momento.

Logo lembrei do incrível Rastro de Maldade – tensão e storytelling trabalhando lado a lado.

O prólogo se passa durante alguns dias, nos colocando na pele do protagonista e sentindo o peso da vida de um fora da lei. Você, assim como Arthur, se cansa (no bom sentido) e se sente responsável por cada passo e decisão feita pelo mesmo. Além de ser intenso, o prólogo serve como um tutorial. Explicando algumas das mecânicas necessárias para sobreviver nesse mundo hostil e apresentando aos poucos sua família/gangue e suas responsabilidades.

A palavra lealdade toma um significado bem potente nessa parte do jogo, dar seu suor e sangue para conseguir salvar as pessoas com quem você se importa é o mínimo que a introdução de Red Dead Redemption 2 espera de você.

🐎 “When the time comes, you gotta run and don’t look back

Arthur Morgan tinha uma responsabilidade muito maior que sua sobrevivência ou a dos seus companheiros. Ele tinha que ser um protagonista tão marcante quanto John Marston foi.

Arthur é sem dúvida um dos protagonistas mais marcantes, humanos e mutáveis que já vi em um jogo.

John Marston pode ter um lugar guardado no nosso coração, mas ele não foi tão bem explorado em RDR como Arthur foi em RDR 2. O prequel dá uma ênfase muito maior no protagonista e em como o mesmo é visto e vê o mundo. É impressionante como a narrativa ao redor de Arthur se constrói e como ele molda sua visão de Honra e Lealdade ao decorrer do game.

Ele passa a impressão de ser um homem truculento e com uma visão imutável sobre tudo na vida. Mas quando você realmente entra na pele de Arthur e o conhece a fundo, vê que ele é muito mais complexo. Observador, sagaz e com um senso de justiça próprio, o protagonista impressiona com uma qualidade e com uma força que não via há tempos em um protagonista. Arthur é, além de tudo, Humano.

As pessoas a sua volta reagem ao aspecto de Arthur. Ou seja, para causar uma boa impressão, você precisa estar limpo, com a barba e cabelos bem cuidados (a barba e cabelo de Arthur crescem em tempo real. Isso que é atenção aos detalhes!) ou causará repulsa nos outros.

Se não se cuidar, você acabará parecendo o Radagast!

Arthur carrega consigo um diário, onde escreve e desenha tudo o que de alguma forma o marcou e coloca pensamentos pessoais sobre as situações pelas qual passa.

É incrível ver como a personalidade e a psique do personagem foram tão bem trabalhadas e colocadas de uma forma quase didática de tão bem elaborada. Arthur é sem dúvida um dos protagonistas mais marcantes, humanos e mutáveis que já vi em um jogo.

🐎 Outlaws for Life

Uma das coisas que a Rockstar mais deixava explicita nos seus anúncios e informações sobre RDR 2, é como a gangue e seu acampamento tem uma importância vital para a narrativa. Você que já jogou RDR pode reconhecer alguns rostos e inclusive o nome da própria gangue, pois ela possui uma participação e importância bem grande no game de 2010. Em RDR 2, por se tratar de um prequel, vemos a gangue Van der Linde no seus últimos dias, fugindo do crescente avanço do mundo civilizado.

A gangue é dotada de grandes personagens muito bem construídos e com personalidade única. É surreal ver como o jogo consegue empregar a junção da narrativa com a gameplay e ainda colocar o bônus da visão do protagonista influenciando tudo isso. Sua relação com a Gangue é de suma importância para o decorrer da história e da exploração do game, pois manter uma relação saudável com os membros e fazer pequenas tarefas abrem oportunidades de descobrir e conquistar coisas que farão sua jornada ser muito mais satisfatória.

Falando nos personagens, alguns me chamaram a atenção:

Dutch Van der Linde, o líder da gangue é um homem carismático, culto, idealista e consequentemente perturbado com o fim do estilo de vida o qual dedicou sua vida. Os jogadores mais antigos de RDR podem conhecer Dutch de outros carnavais, e é impressionante como a Rockstar conseguiu criar e manter um personagem tão complexo como Dutch.

Hosea Matthews, o consigliere de Dutch, e também de toda a gangue, é um homem inteligente, calculista e honrado. Suas palavras e personalidade me impressionaram desde o começo do jogo.

John Marston, nosso eterno pistoleiro, tem uma importância gigante dentro de RDR 2. O que mais me cativou foi a forma com que o jovem John se comportava e via o mundo e como isso mudou com o passar dos anos e com os acontecimentos que levam a RDR.

Uncle, o velho beberrão e folgado de RDR também é beberrão e folgado em RDR 2. Velhos hábitos nunca mudam… Mas Uncle além de ser o membro mais velho da gangue, também é o mais engraçado e de bem com a vida. Assim como o lendário Sr. Madruga, Uncle acha que nenhum trabalho é ruim, o ruim é ter que trabalhar

Além desses personagens, muitos outros roubam a cena durante o jogo. A narrativa avança e com ela os personagens amadurecem e florescem. Todos são unicamente bem representados por atores excepcionais e recebem a mesma atenção que o protagonista. Por se tratar de uma gangue grande, logo pensei que algum ali ficaria mais esquecido. Ainda bem que estava errado, pois todos sem exceção têm uma participação justa e emocionante na trama.

Eu cantei, ouvi histórias, bebi e ri muitas vezes ao lado desse bando de desajustados. O acampamento da gangue é um ambiente vivo e aconchegante, onde você se sente em casa e parte da família.

O acampamento serve como morada e centro de operações da gangue. Lá você consegue conversar, aprender e ajudar os membros da gangue com comida, remédios e munição. À primeira vista, o acampamento me soou como uma obrigatoriedade que faria o jogo perder um pouco seu viés de exploração e liberdade. Mas mais uma vez estava errado! Cuidar do acampamento não se torna uma obrigatoriedade tão punitiva e chata de se fazer. Na verdade é bem divertido craftar melhorias para o acampamento e caçar para alimentar as bocas famintas que ali habitam. Conforme você evolui o acampamento, caçar e coletar itens não se faz mais necessário, pois você pode mandar alguém comprar os itens na cidade vizinha com apenas um botão!

🐎 “This world has its consolations”

O pioneirismo da Rockstar na construção de mundos abertos não parou. O mundo de Red Dead Redemption 2 é sem dúvida o mundo mais vivo que existe na indústria dos jogos.

A quantidade de detalhes é assustadora. Eu poderia falar horas e horas sobre todos os pequenos momentos que vivenciei (e que fazem toda a diferença), mas isso não arranha nem a superfície da complexidade do mundo de Red Dead Redemption 2.

Não é como aqueles detalhes que já estamos acostumados a ver em jogos, como o reflexo da água, o som da chuva ou as pegadas na neve. RDR2 elevou isso a um nível nunca antes visto no mundo dos jogos! Tudo ali é palpável e tem uma reação crível e bem feita. O mundo do jogo dá gosto de explorar. Os pequenos momentos que o mundo te mostra, sejam pessoas em perigo ou simplesmente alguém querendo um ombro amigo, esses momentos que constroem esse mundo vivo.

A cada jogatina você descobre detalhes e coisas novas para se fazer, sejam elas missões secundárias extremamente divertidas ou lugares abandonados com uma história nebulosa. O jogo consegue criar um ambiente que respira e sangra independente da ação do jogador.

Os animais são elevados a um nível jamais visto antes. São 200 espécies de animais, todas com comportamento único. São cães, gatos, peixes, cavalos, ursos, lobos, esquilos, suçuaranas. O sentimento de “mundo vivo” que Red Dead Redemption trouxe em 2010 foi expandido e evoluído.

O mundo de Red Dead Redemption 2 não é apenas o mais detalhado já feito, como também o mais bem aproveitado de todos que Rockstar já criou.

Seja a profundidade e consistência da lama, músculos e veias visíveis nos cavalos, o sol batendo e mostrando a cartilagem da orelha dos personagens, o jogo nos proporciona um ambiente realista. Terminei o game em um Xbox One Fat e testei em um Xbox One X. Esse jogo realmente veio para mostrar todo o poder que o X tem a oferecer. Eu tenho total certeza e boto minha mão no fogo ao falar que Red Dead Redemption 2 é o jogo mais lindo da geração, e tudo isso graças ao poder do Xbox One X

Vivo, fluído e totalmente natural. Essa é a minha definição para NPCs do jogo. Nenhum NPC no jogo se repete ou tem o mesmo dublador. Todos são únicos e com personalidades distintas. Nunca antes um jogo fez isso nessa escala, trazendo NPCs que não são apenas simples alvos que andam. Todos ali têm uma vida, uma rotina, uma história. Todos amam, sofrem e tentam ganhar a vida nesse mundo em constante mudança. O mundo de Red Dead Redemption 2 não é apenas o mais detalhado já feito, como também o mais bem aproveitado de todos que Rockstar já criou.

🐎 “May I? Stand Unshaken”

Outro detalhe que simplesmente rouba a cena em RDR 2 é a sua trilha sonora. Lembra daquela cavalgada em direção ao pôr do sol, com destino ao México que em conjunto com a trilha sonora, criou um dos momentos mais memoráveis da geração passada (Red Dead Redemption)? Bem, multiplique isso por 10 e você terá a trilha sonora de Red Dead Redemption 2.

Todos os momentos cruciais e triviais são acompanhados de uma trilha sonora de cair o queixo. São canções que tocam no seu coração e colocam alma em cada passo que você dá dentro do jogo. Eu não consigo pensar em RDR 2 e não lembrar de todos os momentos épicos acompanhados de uma das trilhas sonoras mais belas já criadas. Solidão, Raiva, Angústia, Liberdade, Redenção. Sentimentos que são magistralmente gravados na sua mente e no seu coração e que acompanharão você por muito tempo mesmo depois de desligar seu Xbox.

🐎 Senta aqui, vamos conversar.

Sim, Red Dead Redemption 2 tem um sistema de diálogos. Bem… Quase isso. O game oferece a oportunidade de interagir com personagens do game de uma forma totalmente livre, mas sem escolher suas falas. Logo lembrei do sistema de diálogos de L.A. Noire.

Você pode cumprimentar, hostilizar e até roubar qualquer um que cruze seu caminho. Esse sistema de diálogos simples e funcional é totalmente dinâmico e responde bem ao momento em que for ativado. As oportunidades são gigantes, e as escolhas de diálogo, por mais que pareçam simples, têm um impacto grande no game, seja ele positivo ou negativo dependendo do seu ponto de vista. As escolhas morais são intrínsecas no mundo de Red Dead Redemption 2 e totalmente relacionadas a como você trata as pessoas a sua volta.

🐎 The Good, The Bad and the Ugly

A vida de um fora da lei é totalmente desonrada e sem escrúpulos. Bem, isso se você quiser!

RDR 2 pega o sistema de honra presente no seu antecessor e evolui! Nada é tão polarizado como era antigamente. As decisões que afetam sua honra não se resumem mais a matar ou não matar inocentes, roubar ou não roubar. A forma com que você trata os que cruzam seu caminho, sua compaixão e empatia, isso é o que influencia agora. E com NPCs tão vivos, as decisões morais se tornam não só mais presentes como também impactam mais seu jogo e, é claro, o jogador. Eu me senti um m#%@ quando minhas ações, e a minha lealdade ao que eu achava ser o “mais importante”, causaram sofrimento e dor para uma família.

A honra, além de abrir oportunidades para o jogador, influencia a forma com que Arthur vê o mundo. E isso tem um impacto feroz com o desenrolar da trama…

Jogos que te fazem sentir o peso das suas escolhas, sejam elas boas ou ruins, são especiais. E meus amigos, como Red Dead Redemption 2 é especial!

🐎 Transições fluídas e momentos de paz.

Atividades opcionais se tornaram bem comuns em games de mundo aberto. Mas muitas vezes, essas atividades passam a impressão de serem simples minigames que estão ali simplesmente para dar uma sensação de liberdade.

Em Red Dead Redemption 2 você pode pescar, caçar, beber, jogar cartas, jogar dominó, mas nenhuma dessas atividades são simples minigames como em outros jogos. A presença das mesmas está tão bem atrelada ao mundo do jogo que você realmente se sente livre para participar de momentos de descontração após uma crescente onda de mortes e fugas com sua gangue.

A transição entre gameplay e cutscene é algo para se admirar. O jogo traz uma transição tão suave dos momentos em tempo real aos de pré-renderizados, que faz tudo parecer uma coisa só. As cutscenes são dinâmicas e bem elaboradas e isso faz uma baita diferença no resultado final.

🐎 Jogabilidade, customização e outras “cositas” mais…

Jogabilidade, para muitos o ponto mais importante de um jogo. Em RDR 2, a jogabilidade tem um apelo extremamente visual. O jogo faz questão de que você veja as animações e reações do mundo a sua volta a partir do momento que você pressionar um botão. Arthur se move realisticamente e a física dos tecidos e dos corpos são as melhores já vistas num jogo de mundo aberto. Você sente o peso dos corpos, de cada passo, soco ou pulo. Cada detalhe é trazido com extremo realismo e fluidez graças ao software Euphoria, desenvolvido pela própria Rockstar. O jogo pode ser jogado inteiro em primeira pessoa. E vendo como GTA V se comporta nesse modo FPS, é claro que a Rockstar acertaria nesse modo de visão em RDR 2.

As armas são bem feitas e se destacam pela forma individual com que se comportam. Você precisa entender como cada arma reage e se comporta e aprender a usá-las da maneira que lhe favorecer mais.

Os tiros têm um impacto extremamente realista e o desmembramento é brutal! Bugs ocasionais acontecem, mas nada que tire o brilho desse sistema tão bem feito.

O jogo tem um sistema Survival simples e eficaz, que torna a jornada ainda mais realista e desafiadora. Arthur precisa comer, dormir, além de sentir frio ou calor. Tudo isso influencia os status de Arthur. Magreza excessiva te deixa com a “vida” menor, enquanto obesidade deixa sua “stamina” menor. Sentir frio ou calor também influenciam na sua vida ou stamina. Mas não se preocupe, nada disso se torna obrigatório ou quebra o ritmo do gameplay.

Lembre-se de botar um agasalho e comer todos os legumes!

A personalização também é uma protagonista e não se estende apenas ao visual de Arthur. Armas e montarias também podem ser expansivamente customizadas, alterando não só o visual como seu desempenho.

🐎 Vamos, Pé de Pano! 

Seu cavalo não é apenas um meio de transporte, ele é seu melhor amigo e companhia nas aventuras. O vínculo com seu cavalo evolui gradualmente, conforme você cavalga e cuida do animal.

O cavalo é um ser vivo! Portanto precisa comer e ser limpo para que consiga entregar o melhor de si. São diversas raças de cavalos para escolher, todas com sua respectiva recomendação. Cavalos de corrida são mais rápidos, enquanto os de trabalho possuem uma stamina maior.

Não é apenas o fato de você poder nomear seu cavalo que traz a sensação dele ser seu grande companheiro. É a forma com que a inteligência artificial do cavalo reage, a evolução da confiança entre animal e dono e o comportamento extremamente fiel que seu companheiro terá com você após ter maximizado seu vínculo.

🐎 E o Oscar vai para:

Red Dead Redemption tem uma das histórias mais incríveis que já vi num jogo. E é aqui que meu medo mencionado anteriormente mais me atingia. Eu achava impossível superar os acontecimentos e momentos de RDR, então fui avançando na história de RDR 2 com aquela sensação de: Não vai superar minhas expectativas.

E adivinha só? Estava errado mais uma vez.

Red Dead Redemption 2 não só possui o melhor enredo que já vi nessa geração, como também um dos melhores que já vi em toda minha vida! A história do jogo é longa e tem um ritmo genial. É incrível como Red Dead Redemption 2 se liga a Red Dead Redemption tão naturalmente.

Eu tenho vontade de criar meu próprio evento de prêmios apenas para premiar cada aspecto da trama desse jogo! O enredo é emocionante, chocante e brutal. Típico dos filmes dos Irmãos Cohen ou de Martin Scorsese. Eu não me decepcionei, tive minhas expectativas absurdamente superadas e ganhei um novo jogo para colocar no meu top 5.

🐎 Reflexões sobre honra, lealdade e a linha tênue entre os dois

Leitores, antes de começar minha conclusão, quero deixar alguns pensamentos aqui.

✓ O que faz um jogo ser bom?

  • Sua qualidade visual? 
  • Sua durabilidade? 
  • Sua história? 
  • Seu fator replay?

Sim, tudo isso tem sua vital importância para tornar um jogo bom. Mas o coração, a alma de um bom jogo não está nesses pontos. Mas sim em como a obra conversará e atingirá seus sentimentos. Como a obra fará você entrar nesse mundo e gastar horas e horas. O que faz um jogo ser bom é como ele te encanta.

Red Dead Redemption 2 é um jogo encantador e especial. Não é um simples game de mundo aberto. É uma obra de arte que desperta em nós o nosso melhor, ou nosso pior. Nossa empatia, compaixão, afeto, raiva, sede por poder. Honra e Lealdade nem sempre estão ligados, e o conceito de bem e mal também não é tão simples como imaginamos. Você, independente do gênero, se torna Arthur Morgan. E se perde na vastidão desse mundo em constante mudança e evolução. Red Dead Redemption 2 não é um jogo, é uma obra de arte.

10
Obra Prima!

Análise do Arena

Com um enredo digno de um dos filmes dos Irmãos Cohen, Red Dead Redepmtion 2 conta uma história épica no fim da era dos foras da lei, nos fazendo rir, chorar e sentir a honra de vivenciar um dos melhores jogos já feitos

  • Visual 10
  • Jogabilidade 10
  • Trilha Sonora 10
  • Imersão 10
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