Preparem-se guardiões, a epifania da luz retornou!

Para nossa alegria, Destiny 2 já está dando o que falar.

Quando Destiny 2 foi oficialmente anunciado, as novidades na história deixaram alguns jogadores (ou seriam guardiões?) apreensivos, pois, pelo que se deu a entender com os trailers até agora divulgados, o viajante (ok, se você não conhece a “lore” de Destiny, já te explico quem é o viajante) foi, finalmente, aniquilado em um cerco comandado por Dominus Ghaul – Imperador da Legião Vermelha, uma das facções dominantes dos alienígenas Cabais – à “Torre”, o último bastião da luz na terra e o centro do poder dos guardiões.

Sobre o viajante: Digamos que ele é o carinha que trouxe a “luz” para a humanidade e projetou o avanço tecnológico da nossa espécie ao ponto de colonizarmos nosso sistema solar e “otras cositas mas”, porém ele foi praticamente destruído quando a escuridão – sua eterna inimiga – o seguiu e destruiu toda a civilização humana. O viajante, em um ato de auto sacrifício, salvou a humanidade da extinção com a criação de guardiões e protegendo a última cidade humana na terra.

Com a destruição do viajante, esgota-se assim a fonte dos poderes dos guardiões, forçando os sobreviventes a se reunirem fora dos limites da cidade, em uma nova área chamada de “A Fazenda”, localizada na Zona Morta da Europa (European Dead Zone, ou EDZ).
Aliás, “A Fazenda” trata-se da nova área social de Destiny 2, em substituição a “Torre”, antiga área social de Destiny. Porém, não percam as esperanças, guardiões! Vários NPCs antigos sobreviveram ao ataque cabal, inclusive o postmaster (sim, você não vai ficar longe de suas cartinhas da mamãe, né verdade? Afinal, pra que servirão e-mail e teletransporte daqui a mil anos, quando ainda se tem o bom e velho correio?).

Segundo o chefe de narrativa da Bungie, Ryan Ebenger, em entrevista à IGN americana (vídeo em inglês), na nova área social teremos ainda um campo de futebol para os guardiões (yes, we can!), onde finalmente veremos utilidade para aquelas bolas de futebol encontradas pela “Torre”, sendo bom frisar que o uso de armas de fogo continua proibido no espaço social do jogo, portanto, se quiserem discutir se algum lance foi, ou não, falta, os brigões terão que ir para o crucible mesmo (ou chorar na cama, que é mais quentinho).

Quanto ao gameplay, pelo que se pode extrair do que já foi divulgado, para alegria de muitos continuaremos com o mesmo formato de missões dadas por NPCs (PvE solo ou cooperativo), o Crucible (PvP) e a continuação do tão aclamado sistema de classes, tudo com algumas modificações que serão explanadas a seguir.

Crucible continuará basicamente como era no Destiny 1, porém, teremos um enfoque maior em modos 4 vs 4. As mudanças e adições de subclasses às atuais classes de hunters, titans e warlocks, significarão uma nova adaptação às funções das mesmas, principalmente no modo PvP. Aliás, sobre essas mudanças, seguem alguns aspectos mais relevantes:

Os Hunters (Caçadores) continuarão a ter acesso à classe solar “gunslinger” (atirador), inclusive com uma nova versão da “golden gun” (arma de ouro), porém houve a substituição da classe Arcana “Bladedancer” (dançarino de lâminas) pela Arcstrider (caminhante arcano), com foco em um bastão eletrificado como super, em substituição às duas lâminas curtas da antiga classe “Bladedancer” do Destiny original.

Os Titãs também sofreram algumas modificações significativas, como a substituição da subclasse de vácuo “Defensor” pela nova subclasse Sentinela, onde o Titã continuará a invocar barreiras de energia como super, porém mais restritivas, e até mesmo com potencial ofensivo, pois o Titã poderá usar um escudo pessoal como arma ofensiva. Outra alteração será uma ligeira modificação do “Fists of Havoc” da classe original “Striker”.

Por fim, os Warlocks também terão substituição de classes, mas dessa feita, com a substituição da antiga classe solar “Sunsinger” pela nova “Dawnblade”, com um super com foco ofensivo, que invoca lâminas solares para literalmente trespassar inimigos no ar, bem próximo ao super “Hammer of Sol” da sub-classe solar “Sunbreaker” dos Titãs.

Em meio a essa miríade de coisas boas, infelizmente, temos que reportar também notícias infelizes para nós do lado verde da força: já foi confirmado durante a E3 Press Conference da Sony, que, a princípio, não teremos alguns conteúdos exclusivos do lado azul da força, como por exemplo, um assalto de alcunha “Lake of Shadowns”; uma nave exclusiva de nome “City Apex”, uma arma lendária exclusiva, a “Weapon Borealis”, e o mapa PVP “Retribution” e essa exclusividade perdurará pelo menos até o fim de 2018. Isso significa que esse conteúdo será lançado para Xbox e PC aproximadamente no segundo ano do jogo, o que pode ser bom, afinal, até lá essas armas já podem estar balanceadas e livres de surpresas desagradáveis como nerfagens repentinas pela Bungie.

Em suma, Destiny 2 inicia o beta aberto no dia 19/07/17 para quem já reservou o jogo e em 21/07/17 para os demais jogadores – lembrando que não é necessária uma ter uma assinatura da Xbox Live para participarem do beta. A data de lançamento prevista é 06/09/2017, encaixando-se no fim do Q3 (terceiro quaternário) americano, e já encontra-se em pré-venda com preço sugerido de R$ 199,00 (Destiny 2) para a versão standard, R$ 279,00 para a versão com passe de temporada, dando direito às 2 primeiras expansões do jogo, e há ainda uma terceira versão, de R$ 299,00 (Destiny 2 Deluxe) contendo emblemas e armas lendários.

Fonte Bungie

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