Setembro Amarelo
O silêncio pode dizer muita coisa.

Dead Cells – [Análise do Arena]

Morrer nunca foi tão viciante

O jogo indie Dead Cells, do estúdio Motion Twin, é uma daquelas surpresas incríveis! Podemos dizer que é como se Castlevania e Dark Souls tivessem tido um filho, bem malvado por sinal.

Esse estilo “Roguevania”, como é conhecido, gera os cenários de forma completamente randômica cada vez que se inicia e vai te ganhar se você apreciar desafios.

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  • História

Tudo começa quando um corpo de células procura por um hospedeiro e encontra um guerreiro sem cabeça para dominar. A partir daí o desafio está lançado! Você terá que lutar para sobreviver em cenários variados e repletos de obstáculos e inimigos implacáveis. A progressão do jogo é constante e acontece quando o jogador aprende o padrão de algum inimigo, acumula células, equivalentes às almas de Dark Souls, para poder comprar melhorias e habilitar armas que randomicamente aparecem no cenário ou caem de algum mini-boss chamado de Elite, que são variações mais fortes de inimigos do cenário.

  • Gráficos

O estilo gráfico de Dead Cells é um show a parte. A aparência pixelada ganha um charme com os efeitos de luz e explosões constantes no jogo. O personagem principal, um guerreiro sem cabeça que vira o hospedeiro de um punhado de células, tem um design bem simpático e logo você vai ficar fissurado por ele.

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  • Jogabilidade

Nesse ponto é que o jogo brilha e mostra o quanto o foco do estúdio em deixar a jogabilidade tão fluida quanto possível valeu a pena! A resposta dos controles é muito precisa e vai te fazer sentir poderoso e hábil quando dominar a movimentação básica.

  • Trilha sonora

A trilha do jogo te coloca no clima da aventura e nunca fica chata. Pelo contrário, é muito agradável. Aquele ar nostálgico vai te preparar para as batalhas e o ritmo frenético vai te deixar querendo cada vez mais.

  • Fator replay

Eu devo admitir que nunca tinha jogado algo tão punitivo e recompensador ao mesmo tempo. Você sempre sente que está progredindo, que aprendeu um novo movimento e que voltará e se vingará daquele inimigo maldito que te eliminou. A curva de aprendizado te mantém vidrado e obstinado a se superar. Consegui terminar o jogo pela primeira vez e a única coisa que pensava era em voltar logo para poder fazer tudo novamente e habilitar novas armas e suas fórmulas. Dead Cells ainda conta com mais 4 níveis de dificuldades que são habilitados gradativamente, em cada vez que o jogador termina o jogo em uma dificuldade acima e ativa as células tronco deixadas pelo último chefe. Surreal e completamente viciante!

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Essa referencia genial a Dark souls te diz muito sobre o jogo.
  • Considerações Finais

Dead Cells é um jogo indie que não deve nada para muitos jogos ditos AAA. O cuidado com a jogabilidade e o sistema de progressão deixaram Dead Cells genial! Esse é um daqueles jogos onde você inicia de manhã e só vai se dar conta que precisa parar a noite. Se prepare pra morrer, voltar, se superar… e morrer mais um pouco.

Análise do Arena:

Se prepare pra morrer, voltar, se superar... e morrer mais um pouco.

9.3
Muito Bom
  • Gráficos 9
  • Jogabilidade 10
  • Trilha Sonora 8
  • Fator Replay 10
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