Arena Indie – Entrevista com Nando Guimarães

O Arena Xbox começa agora mais um quadro incrível sobre desenvolvimento de games. 

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Agora é a hora de entrevistar um profissional, começaremos com o Nando Guimarães da Cat Nigiri.

Nando Guimarães

Para aqueles que não leram nossa entrevista, confiram no link: https://arenaxbox.com.br/arena-indie-cat-nigiri/ 

Confira mais do nosso bate papo no Arena Indie!

O Profissional

Arena Indie: Se apresente pro público do Arena Indie.

Olá! Me chamo Nando Guimarães e trabalho na Cat Nigiri. Em 2002, eu tive o privilégio de cursar Digital & Virtual Design no IED – Istituto Europeo di Design. Para me conectar ainda mais com essa minha paixão por jogos, em 2014, eu finalizei concluí o bacharelado em ciências de Game Design pela Full Sail.

A minha carreira na indústria de jogos teve início na equipe de Interface Design da Hoplon, onde participei da criação de Taikodom, projeto de MMORPG e combate espacial.

Me aprofundei no mercado de dispositivos móveis me aventurando no exterior. Fui contratado pela Navionics, e pude desenhar o aplicativo número 1 de navegação marítima do mundo.

Voltei para o Brasil para fazer parte da Cat Nigiri. Porém, tive que acumular recursos para manter o estúdio rodando com um “day job” na Neoway, onde tive a oportunidade de lançar a maior plataforma de Big Data do Brasil.

Hoje, eu impulsiono o trabalho da Cat Nigiri liderando o trabalho de um time dedicado e experiente que quebra paradigmas. Somos focados em criar de jogos autorais de alta-qualidade com mecânicas intuitivas.

Arena Indie: Como começou o interesse na parte de Desenvolvimento de Jogos?

Desde pequeno os vídeo games e os jogos de RPG influenciaram quem eu sou hoje. Sou um jogador assíduo de D&D, L5R e já fui até príncipe de Florianópolis quando jogava Live Action de Vampire: The Masquarade. Poder trabalhar com jogos eletrônicos sempre foi um sonho e também uma motivação.

Arena Indie: Como desenvolvedor Indie de Games, quais os maiores desafios comparados a outras modalidades, principalmente aqui no Brasil?

A principal dificuldade no Brasil era a de achar investimento para concluir projetos. Com essa parte resolvida, o principal desafio é aquele que todo outro desenvolvedor d independente de jogos em todo mundo encontra: visibilidade.

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Arena Indie: Qual o trabalho que se sentiu mais realizado em fazer e por quê?

Projetar o jogo, iterar sobre ele, e testar. Observar as reações dos jogadores seguindo o que você planejou para cada momento do jogo traz uma satisfação se tamanho.

Arena Indie: Na sua opinião, quais a competências necessárias para estar nesse ramo profissional?

Saber ouvir. Entender o que os jogadores querem é essencial. Após isto, obviamente é necessário se aprofundar em uma das áreas do desenvolvimento de jogos: arte, programação, design (projetar jogos é diferente de design gráfico, hein), música e –– o que mais falta hoje no Brasil –– marketing focado à jogos.

Arena Indie: Desenvolver jogos são rentáveis para desenvolvedores brasileiros?

Um bom jogo pode não vender nada. Portanto, não adianta só ter um bom jogo, é necessário saber vender um bom jogo, em um mercado mundial. Isso não é uma tarefa fácil. Portanto, pode ser realmente rentável, mas somente para os poucos que conseguirem –– e lutarem –– para chegar lá.

Arena Indie: Na sua opinião, o que falta ainda para o mercado brasileiro decolar?

Saber vender.

A equipe do Arena Indie agrade o Nando pelo bate-papo! Esperamos que isso possa motivar cada vez mais profissionais desse ramo no mercado nacional!

Temos muitos talentos, e se depender da nossa equipe queremos ver todos eles aqui divulgando seus trabalhos conosco!

Depois desse resumão, ficou interessado? Confira abaixo mais de perto o trabalho incrível pela Cat Nigiri!

     

Não deixem de conferir as próximas matérias do Arena Indie

 

 

 

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